…(di e nós qui sabé nhôs oto é combersa afiada)
'Pega na mon!...'
Considera-se que muitos dos nossos as vezes trilham caminhos pelo curto atalho pensante e (à pressa), fazem da vida dos outros um jogo de soma zero, onde por vezes o enrequicimento de uns é feito à custa do empobrecimento de outros e onde o poder de alguns é conseguid...o à custa da falta do poder da maioria.
Será isso tudo a sintese da fortuna, da necessitá e da virtú, ou residuo irracional da imponderavel inexplicabilidade da politica Djebacosiana?
Se for assim, então deixem saltar ai o Djebacos!
Não podemos agir assim… E não devemos viver para aparecer no meio da dependência dos resultados ou da apreciação que os outros fazem de nós, quando eles estão a viver sob os ‘kratos’ da nossa politica.
Para quem estuda a politica da consciência moderna, sabe bem de que existe uma cisão profunda entre a moral e apolitica que se pratica em varios latitudes e longitudes do globo, que por vezes, deixa transparecer uma ilusão ( maior do que ilusão di mar di furna), entre a moralidade e antinomia, entre aquilo que chamamos idealismo ( confundido erradamente com a moral politica) e aquilo a que chamamos realismo (confundido erradamente com a politica).
‘’Quem qui caí nes ratoera ta fica convencido qui el é dono di mundo!?.. Dai a necessidade dí tchoma povo pa pa ba bota ses cruz na urna na lado direito di ‘ntemoso politico.’’
Nu foi visado nu ca ubi, agó nhos dixa-nu uba…
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